Maternidade Chique

Enxoval para maternidade digno de príncipes e princesas!

Enxoval para maternidade digno de príncipes e princesas!

Bom dia, mamães de plantão!

Vocês já ouviram falar da Lilina Lampreia – referência nacional na assinatura de enxovais para maternidade, dignos de príncipes e princesas? A grife destaca mantas, bodys, vestidinhos e conjuntinhos pensados em cada detalhe e finalizados com os bordados e rendas de antigamente.

Há várias gerações, a grife vem conquistando as mamães mais exigentes. A apresentadora Angélica é cliente da marca. Quem também caiu de amores pelas encantadoras peças da Lilina Lampreia foi, a empresária gravidíssima Mariah Bernardes, uma das blogueiras de moda mais famosas do Brasil.

Na capital paranaense, a Baby Boutique Villa Bambini apresenta sua coleção com criação e design da marca-desejo!

Esperamos vocês! Tenham uma ótima semana!

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Top View prestigia coquetel da Villa Bambini

Agradecemos, de coração, a presença de todas!

Agradecemos, de coração, a presença de todas!

No último dia 22 de maio realizamos um coquetel em torno da ‘Exclusividade e Sofisticação que vêm de berço’ – o novo conceito de nossa campanha de marketing.

O evento agradabilíssimo foi extremamente prestigiado por grandes amigas, que iluminaram ainda mais nossa Baby Boutique. Confiram os registros de Gerson Lima!

Cronograma para montar o quarto do bebê

Os meses que antecedem o nascimento do seu filhote são bem agitados. Por isso, organização será essencial para você conciliar as consultas médicas e a montagem do quarto do seu bebê sem se enrolar. Para ajudá-la nessa tarefa, fechamos o cronograma da decoração de acordo com os meses da gestação.

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Primeiro mês: inspire-se, informe-se e calcule

Busque referências visuais, de produtos e de preços. Nada como aproveitar a ansiedade do começo para ingressar no universo de decoração. Não faltam sites legais. Conte também com as redes sociais, muitas delas repletas de exemplos incríveis – nem todos possíveis – que enriquecem suas ideias. O Pinterest é uma delas, ele tem integrantes do mundo todo, e você pode selecionar a sua busca de imagens por temas. Além dele, um bom número de blogs de decoração, como o Apartment Teraphy, tem seções específicas só com posts de ambientes infantis. E também, claro, o próprio Bebe.com.br, tem galerias de decoração com modelos de quartos inspiradores. Aproveite essa fase, ela é, sem dúvida, uma das mais divertidas! Se você já tem o espaço do novo quartinho, aproveite que a barriga ainda não começou a atrapalhar a sua vida e providencie uma fita métrica. Tire as medidas do ambiente, das janelas, portas e vãos. Anote num papel e não deixe ele escapar da sua bolsa.

Segundo mês: defina suas prioridades

Vamos orçar, ver os preços das coisas e definir o quanto gastar. Um berço novo, por exemplo, pode custar de R$ 300 a R$800, em média. O valor varia de acordo com o material e estilo. Pode ser que isso seja demais para o seu orçamento, e lhe faça optar por comprar um móvel de segunda mão ou mandar fazer. Cada uma dessas escolhas demandará um prazo de espera e é essencial definir esses detalhes o mais cedo possível.

A partir do seu orçamento, está na hora de listar as prioridades. Por exemplo, se o quarto em questão tem carpete e faz parte dos seus planos trocá-lo por algo mais prático, isso deve estar no topo da lista. Afinal, ninguém quer mexer no chão com um monte de móveis e fraldas no meio do caminho.

Se a intenção é mudar muita coisa, fazer um acabamento de gesso no teto, interferir na iluminação e fazer uma super decoração, pode ser interessante contratar um decorador.  E, embora isso tenha seu preço, muitas vezes ele pode ajudá-la a fazer escolhas certas e a poupar em alguns aspectos. “Existem profissionais que cobram por ambiente; outros, por metro quadrado; alguns preferem estipular seu preço em um percentual de gastos e de execução”, explica a dupla de decoradoras Anna Karina Leadebal e Adriana Sá.

Em resumo, o prazo de todo o projeto vai depender da extensão e da sua organização. Quanto mais se mexe no ambiente e mais sofisticado o projeto, mais tempo e maiores os gastos. Saiba, aqui, como preparar seu bolso para o quarto do pequeno, sem entrar no vermelho.

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Terceiro mês: as primeiras decisões

Mesmo que você ainda não saiba o sexo do bebê, nem o estilo que irá adotar, tente escolher o básico. Como dito acima, reformas de estrutura, paredes e piso são prioridade zero. Lembre-se de que para encomendas de alguns modelos de pisos, tecidos de paredes e acabamentos em geral há um intervalo entre a compra e a instalação – que pode levar até dois meses.

Paralelo a isso, é preciso decidir a respeito dos móveis. “A menos que você queira fazer uma marcenaria muito especial, como uma casa de bonecas se tiver uma menina, pode-se decidir tudo isso antes de saber o sexo”, explica a arquiteta Vanessa Feres. Você pode optar por encomendar o berço e cômoda com um marceneiro, comprá-los novos ou de segunda mão. Para cada caso, há um tempo de espera e esse é o momento de se familiarizar com esses prazos. Em lojas de móveis como Etna e TokStok alguns itens levam até 45 dias para chegar. Decida isso no começo e garanta que nada chegue depois do bebê ou antes do piso instalado.

Quarto mês: mão na massa

Quebra- quebra e encomendas marcam essa fase. Está na hora de colocar o piso que foi comprado lá atrás. Resolveu rebaixar o teto e aplicar um gesso? Faça isso agora também. O mesmo vale para quem decidiu modificar a iluminação do ambiente e talvez precise interferir na parte elétrica.

A essa altura é bem provável que você já saiba o sexo do seu bebê. Com essa curiosidade resolvida, fica mais fácil bater o martelo com relação ao estilo da decoração e decidir as estampas de cortinas e desenhos especiais em paredes. Pode ser que você tenha optado por uma persiana provençal para sua menina, ou listrada para seu menino, e essa é a hora de procurar por ela e fechar o negócio. Em paralelo a reforma da base, tire esse mês para arrematar aos poucos os móveis essenciais que pesquisou.

Quinto mês: montagem

Na medida que as encomendas começam a chegar, o projeto toma forma. As cortinas, que podem ter sido decididas no mês passado, devem estar a caminho da sua janela. A cobertura de tecido de paredes, ou o papel, também. O que era um desenho agora está a sua frente, e, uma vez a mobília básica no seu lugar, piso instalado e paredes enfeitadas, é possível partir para os móveis de apoio como aparadores, poltronas e prateleiras.

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Sexto mês: retoques finais

Chega de perambular demais por ai, o corpo começa a sentir e pede para que a barriguda selecione melhor suas saidas de casa. Com o quartinho quase pronto, chegou o momento de ver enxoval – que tem papel essencial na decoração. Aquele abajur incrível visto durante a andança por lojas, um porta-retratos especial ou o mobile fofo:  essa é a hora deles também!

Sétimo e oitavo mês

É fundamental se organizar para a essa altura da gestação – e do barrigão – você não precisar lidar com mão de obra e burocracias.  Chegou o momento de desacelerar e curtir os detalhes. Você pode enriquecer o ambiente com itens mais supérfluos, uma vez que o mais importante foi providenciado. E, enquanto arruma a mala da maternidade, providencia lembrancinhas e outros mimos para dar as boas-vindas ao bebê, olhe por acessórios de banheiro. Os kits de pia, o kit higiene e as toalhas mais especiais ganham vez agora.

Nono mês

Hora de descansar e arrumar a mala da maternidade, a essa altura não há barriguda que aguente – e isso não é recomendável – andar muito tempo procurando coisas. Aproveite a reta final para curtir o ambiente novo e esperar com calma o grande dia!

 

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Plano de parto

Um documento em que você pode deixar registradas as suas vontades para a hora do nascimento do seu bebê. Esse é o Plano de Parto. Já ouviu falar? Ele surgiu nos Estados Unidos, há mais ou menos 30 anos, como uma carta na qual a gestante escreve como prefere passar pelas diversas fases do trabalho de parto, como ela e o seu bebê devem ser tratados antes, durante e depois do nascimento. Ali estarão registrados quais procedimentos médicos a gestante aceita e quais prefere evitar. Afinal, nomes como episiotomia e enema podem não fazer parte do seu vocabulário.

 

Para Ana Cristina Duarte, obstetriz, diretora do Gama (Grupo de Apoio à Maternidade Ativa) e co-autora do livro Parto Normal ou Cesárea – Tudo o Que as Mulheres Deveriam Saber (Unesp), a principal função desse papel é a mulher saber que tem escolhas. “Ao preenchê-lo, ela fará uma reflexão sobre o tipo de parto que prefere e, assim, estará mais preparada para conversar com o seu médico e saber se ele pensa parecido.” E completa: “A gestante/parturiente tem o direito de participar das decisões que envolvem seu bem-estar e o do bebê, a menos que haja uma inequívoca emergência médica que impeça sua participação consciente. Ela tem o direito de saber exatamente os benefícios e prejuízos que cada procedimento, exame ou manobra médica pode provocar a ela e ao seu bebê”. Aproveite as consultas para discutir, caso a caso, com seu médico cada procedimento.

 

O ideal é que o seu plano de parto esteja pronto lá pelo sétimo mês. O ginecologista e obstetra Renato Gil Nisenbaum, de São Paulo, concorda que o plano de parto é um instrumento interessante para a paciente e o médico conhecerem melhor as intenções de ambos os lados e afirma que o médico certamente se beneficiará de estar atendendo alguém mais preparado. “A relação médico-paciente deve ser aberta, honesta e harmônica. O parto em si já é um fator de grande ansiedade e nada melhor do que realizá-lo de uma forma agradável para todos. Certamente, ter um plano departo poderá ajudar bastante”, encerra Renato.

 

A seguir, duas mulheres compartilham conosco a experiência de ter feito um plano de parto durante o pré-natal. E também preparamos um modelo que você poderá utilizar para começar a pensar no parto dos seus sonhos.

 

O plano de paro deixou Alessandra mais segura

“Eu já estava com quase 34 semanas de gestação quando uma colega de trabalho me perguntou sobre o que eu planejava para o parto. Diante de minha resposta por um parto normal, questionou-me se eu teria certeza de que minha obstetra o faria. No bate papo ela me contou sua experiência de parto natural hospitalar. Fiz várias pesquisas na internet e li relatos de parto natural. Eles despertaram em mim o desejo de que minha filha também nascesse dessa forma. Em uma consulta com minha obstetra, percebi que ela só realizaria o parto normal do jeito dela, cheio de intervenções. Então, procurei uma equipe humanizada, com médica e doula. Esta me incentivou a escrever meu plano de parto, com todas as recomendações do que eu gostaria que acontecesse ou não na hora H. Eu já tinha lido sobre ele e sabia que seria importante para que minhas decisões fossem respeitadas. No nono mês, escrevi e mostrei para o meu marido. Disse que seria fundamental que estivesse ao meu lado, não permitindo que fizessem algum procedimento desnecessário. Também conversei com minha médica sobre o que gostaria que fosse evitado e, por ela ser uma médica acostumada a partos naturais, não criou nenhum empecilho. Imprimi cópias do plano e entreguei para a equipe do hospital.Ter um plano de parto me deixou muito mais segura para passar por uma situação que eu ainda não conhecia. Ele foi respeitado e, quando houve necessidade de uma conduta diferente, a obstetra me informou sobre as opções”. Alessandra Rebecchi Feitosa, 30 anos, mãe de Gabriela

 

Susan só teve seu plano de parto respeitado na segunda gravidez

“Descobri o que era plano de parto em Londres. Grávida da minha primeira filha, tinha consultas periódicas,mas curtas e frias, cada vez com uma parteira diferente. Isso me motivou a ler muito sobre o parto, que me causava certa ansiedade e muito medo. Escrevi um plano detalhado, com todas as minhaspreferências. Com 41 semanas e 6 dias, induziram o parto e fiquei por 18 horas em trabalho de parto ativo, com três trocas de plantão. Me sentia completamente perdida e vulnerável, ia fazendo o que me mandavam, não conseguia ouvir minhas próprias vontades. Tudo acabou bem, minha filha nasceu sadia, de parto normal, mas me senti muito desrespeitada. Não entendi o porquê de algumas intervenções, sendo que não houve nenhuma complicação durante o trabalho de parto. Em 2009, de volta ao Brasil e grávida de gêmeos, procurei muito um médico experiente que acreditasse que era possível ter parto normal gemelar. Encontrei uma equipe disposta a tratar o parto como algo natural. A cada consulta, aprendia mais sobre meu corpo e obtinha mais informações sobre as reais complicações que justificariam uma intervenção médica. Meus bebês não estavam na posição ideal e isso não me desmotivou. Escrevi um novo plano de parto baseado na minha experiência anterior e no novo horizonte que surgia à minha frente. Diferentemente do meu primeiro plano de parto, discuti cada detalhe dele com meu médico e com meu marido, inclusive o que poderia dar errado e quais as opções neste caso. Tudo correu maravilhosamente bem, o parto foi natural e minhas vontades foram respeitadas pela equipe médica – as que estavam descritas no plano e aquelas que surgiam durante o processo. Fazer o plano de parto ajudou a me informar e a decidir minhas preferências, conhecendo, inclusive, os riscos envolvidos em cada uma delas.” Susan Becker, 35 anos,mãe de Maria Luisa, João Pedro e Maria Clara

 

Modelo de plano de parto

Estamos cientes de que o parto pode tomar diferentes rumos. Listamos nossa preferência em relação ao parto e nascimento do nosso filho, caso tudo transcorra bem. Sempre que os planos não puderem ser seguidos, gostaríamos de ser previamente avisados e consultados a respeito das alternativas.

 

Trabalho de parto

 

Você quer a presença de pessoas durante o parto?

( ) sim  ( ) não

Quem você quer presente durante o parto?

_____________

 

Você quer tricotomia (raspagem  dos pelos pubianos)?

( ) sim ( ) não

 

Você quer enema (lavagem intestinal)?

( ) sim ( ) não

 

Você quer perfusão contínua de soro?

( ) sim ( ) não

 

Você quer água e sucos enquanto forem tolerados?

( ) sim ( ) não

 

Você quer perfusão contínua de ocitocina?

( ) sim ( ) não

 

Você quer escolher a posição em que quer ficar?

( ) sim ( ) não

 

Você quer fazer caminhadas?

( ) sim ( ) não

 

Você quer uso ilimitado de banheira ou chuveiro?

( ) sim ( ) não

 

Você quer monitoramento fetal contínuo?

( ) sim ( ) não

 

Você quer que a bolsa seja rompida artificialmente?

( ) sim ( ) não

 

Você quer analgesia?

( ) sim ( ) não ( ) apenas se solicitado

 

Parto

 

Qual posição você prefere?

( ) deitada ( ) cócoras ( ) semissentada

 

Você gostaria de ser guiada, na hora de fazer força?

( ) sim ( ) não

 

Você quer epistomia (corte no períneo)?

( ) sim ( ) não

 

As luzes da sala de parto devem ser apagadas na hora do nascimento?

( ) sim ( ) não

 

O bebê deve ser colocado no peito logo após o nascimento para mamar?

( ) sim ( ) não

 

Quem cortará o cordão umbilical?

( ) pai ( ) médico

 

O bebê deve ficar no quarto com você o tempo todo, a não ser que você solicite a retirada dele?

( ) sim ( ) não

 

Cuidados com o bebê

 

O nitrato de prata e antibióticos oftálmicos devem ser aplicados?

( ) sim ( ) não ( ) apenas se necessário

 

Você quer administração de vitamina K oral?

( ) sim ( ) não

 

Você quer amamentação sob livre demanda?

( ) sim ( ) não

 

Você autoriza o uso de água glicosada, bicos ou outros ao bebê?

( ) sim ( ) não

 

Você autoriza que as enfermeiras troquem ou deem banho no bebê?

( ) sim ( ) não

 

Quem pode trocar e dar banho no bebê?

____________________

 

Em caso de cesárea

 

Você quer ser sedada durante o parto?

( ) sim ( ) não

 

Você prefere esperar pelo trabalho de parto antes de se resolver pela cesárea?

( ) sim ( ) não

 

Você quer a presença de pessoas durante o parto?

( ) sim ( ) não

 

Quem você quer presente?

_______________________

 

Qual tipo de anestesia você prefere?

( ) peridural ( ) raquidiana

 

Você quer que o campo seja abaixado durante o parto?

( ) sim ( ) não

 

As luzes da sala de parto devem ser reduzidas?

( ) sim ( ) não

 

Você quer que suas mãos fiquem livres durante o parto?

( ) sim ( ) não

 

O bebê deve ser colocado no peito logo após o nascimento?

( ) sim ( ) não

 

Você quer que o bebê fique com você durante a sutura?

( ) sim ( ) não

 

Plano de parto inspirado no modelo do livro Parto Normal ou Cesárea- Tudo O Que As Mulheres Deveriam Saber, de Ana Cristina Duarte e Simone Diniz (Unesp)

 

 Imagem

Dicas para grávidas de primeira viagem

Resultado positivo.

 O coração começa a bater e os sentimentos de felicidade, medo e ansiedade se misturam. Sim, você está grávida e pela primeira vez. É um momento mágico e único para as mulheres. Mas um monte de dúvidas e incertezas vem à cabeça.

Quando vou ouvir o coração? Vou ter enjoo? Como preparar o seio para a amamentação? O que comer? Devo parar de usar meus cremes de beleza? Quais exercícios físicos posso fazer? Como sei que está na hora de nascer?

Cada mudança no corpo e cada descoberta têm o poder de encher de alegria as mães.  O que pode atrapalhar esse período, no entanto, é a lista de dúvidas, que surgem a partir da possibilidade da gravidez até a hora do parto. Para respondê-las, confira a seguir dicas de especialistas sobre os mais variados assuntos que rondam o período de gestação.

Sintomas clássicos
Em primeiro lugar, são alguns sintomas clássicos que indicam a possibilidade de estar grávida, como falha menstrual, enjoos matinais, vontade frequente de urinar e tonturas.

Quando notar alguma das alterações, não basta recorrer aos exames de farmácia, que não substituem os laboratoriais. A mulher deve procurar o ginecologista e realizar um teste de gravidez, que consiste na dosagem da gonadotrofina coriônica, hormônio da gravidez, e pode ser urinário ou sanguíneo.

Pré-natal
Após a constatação, é a vez de iniciar o acompanhamento pré-natal.  A saúde da mulher é avaliada por meio de uma série de exames, como hemograma, glicemia, urina, ultrassonografia, sorologias para sífilis, HIV, toxoplasmose, hepatite B.  Alguns deles podem ser repetidos, de acordo com a avaliação do médico.

As consultas são periódicas, porque acompanham o desenvolvimento da gestação e identificam possíveis alterações, assim como têm a tarefa de esclarecer dúvidas e analisar o ganho de peso, o crescimento do útero e o bem-estar do filho.

O Ministério da Saúde recomenda o mínimo de seis: uma no primeiro trimestre, duas no segundo trimestre e três no terceiro trimestre, além de uma após o parto. Normalmente a gestante tem retornos mensais nas primeiras 32 semanas, quinzenalmente até a 36ª semana e semanalmente até o parto.

Descobertas
Ouvir os batimentos do coração do bebê é um dos momentos mais aguardados. A experiência normalmente chega a arrancar lágrimas de gestantes e familiares.

A partir da sexta semana, já se ouve e se vê o batimento cardíaco.

Enquanto algumas mães preferem descobrir apenas na hora, outras não abrem mão de saber o sexo da criança. É possível a partir da 12ª semana, pelo exame de ultrassom. Mas é possível também fazer o teste de sexagem fetal, a partir da oitava semana, apenas retirando o sangue da mãe.

Os famosos chutes do feto podem ser notados após a 20ª semana e a sua percepção sofre interferência de fatores como obesidade materna, grau de sensibilidade e quantidade de líquido amniótico. Se observar uma diminuição relevante dos movimentos, procure o médico para garantir que está tudo bem. Vale lembrar que, no fim da gravidez, é comum notar redução, normalmente associada à acomodação do bebê na pelve e à falta de espaço.

Amamentação
Outro detalhe que merece cuidados é a preparação dos seios para a amamentação. É recomendavel massageá-los em dias alternados para que os mamilos se projetem para fora.
Deve-se evitar o uso de cremes sobre os mamilos, porque tendem a tornar a pele mais fina, predispondo a problemas durante a amamentação. Exponha as mamas ao sol como forma de prevenção. Nem pense em esfoliá-los. O ato pode retirar a proteção natural.

Fim da gestação
O fim da gestação costuma trazer muitas dúvidas à mulher: quais são os índícios de que estou prestes a dar à luz e que mudanças posso notar no corpo? Como me preparar para a hora do parto?

Em primeiro lugar, é nesse período que a barriga vai abaixando, porque o bebê está se posicionando para o nascimento. Quando a gravidez chega a 36 semanas, é importante deixar uma mala pronta para a mamãe e o filho. Para saber o que deve levar, informe-se no hospital, porque há maternidades que fornecem camisolas e roupinhas para os pequenos.

Só um profissional pode avaliar quando a futura mamãe está em trabalho de parto. É analisada a dilatação, o número de contrações, a presença da bolsa, os batimentos cardíacos do bebê, se já perdeu o tampão.

Sentir contração, o rompimento da bolsa e a eliminação do tampão (rolha de catarro que tampa o colo do útero e evita a entrada de bactérias) não são sinônimos de que a criança vai nascer a qualquer momento.

Mantenha a calma se notar qualquer um desses detalhes e procure um médico. Isso vale também caso apresente algum sangramento durante qualquer momento da gestação. Portanto, tenha sempre à mão o telefone do profissional e da maternidade.